Pacientes de grandes traumas são assistidos por especialistas em medicina da dor

Dor é uma experiência sensorial ou emocional desagradável, que gera grande incômodo em quem a sente. A maioria das pessoas já teve ou, provavelmente, ainda terá algum tipo de experiência relacionada aos incômodos gerados por algum tipo de dor. Quando se trata de pacientes internados após terem sofrido um trauma, essas dores podem chegar a um nível tão elevado de desconforto que, muitas vezes, provocam alterações fisiológicas e psicológicas negativas, prejudicando o tratamento e, consequentemente, a recuperação. É aí que entra o Tratamento da Dor, que, de acordo com estudos clínicos, auxilia na redução da morbimortalidade e do tempo de internação dos pacientes.

Belo Horizonte viveu um carnaval atípico em 2021, cancelado meio à pandemia da covid-19 por questões de segurança sanitária. A rotina seguiu naqueles que seriam dias de folia e, consequentemente, isso refletiu no Hospital João XXIII, referência no atendimento aos casos de traumas graves.

Cinco unidades da Fhemig oferecem cuidado especializado a vítimas de queimaduras no estado

O Complexo Hospitalar de Barbacena recebeu a equipe do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital João XXIII para o “Treinamento em atendimento ao paciente queimado”. O encontro entre os profissionais da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), nessa quarta-feira (20/08), abordou conteúdo teórico e prático, e contou com participação de representantes de todas as áreas assistenciais do complexo, além de dois médicos cirurgiões plásticos do Hospital Regional João Penido (HRJP) e público externo. Um dos objetivos é o aprimoramento de práticas e ações eficazes para minimizar danos e garantir a melhor recuperação possível às vítimas de queimaduras. 

Fhemig concretiza mais uma importante entrega para a retomada plena dos serviços ofertados pelo Complexo de Especialidades

O Hospital Júlia Kubitschek (HJK), do Complexo de Especialidades da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), entregou, no dia 1/9, 20 novos leitos de enfermaria cirúrgica. A partir de agora, a unidade conta com 40 leitos destinados à cirurgia, em um total de 323 leitos hospitalares. Essas novas vagas ampliam a retaguarda para o atendimento de urgência da cirurgia geral e do bloco cirúrgico, ao permitir maior giro e ocupação do setor.

Maternidade da unidade também será referência municipal no atendimento às gestantes diagnosticadas ou com suspeita da doença

Para ampliar o atendimento e apoiar a assistência à população de Belo Horizonte, especialmente da região do Barreiro, a Secretaria de Estadual de Saúde (SES-MG), por meio da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) abriu, nesta sexta-feira (2/2), uma unidade de hidratação (reposição volêmica) no Hospital Júlia Kubitschek (HJK).

Unidade de hidratação completa uma semana em tempo integral e usuários aprovam rapidez e qualidade do serviço

Um gesto simples e fundamental tem ajudado de forma significativa as pessoas que buscam a unidade de reposição volêmica (URV) do Hospital Júlia Kubitschek (HJK). Um técnico de enfermagem percorre a unidade munido de uma jarra contendo água e sais para reidratação oral e oferece o líquido a todos que aguardam por consulta médica. Isso tem contribuído para que o paciente chegue ao consultório melhor hidratado. A ação é repetida diversas vezes ao longo da permanência dos pacientes e se soma aos bebedouros instalados no local.

Introdução da microcirurgia reforça o compromisso da Fhemig em oferecer tecnologias cada vez mais avançadas, fortalecendo a assistência de média e alta complexidade em Minas Gerais

O Hospital Júlia Kubitschek (HJK), da Rede Fhemig, passou a utilizar neste mês uma técnica avançada de reconstrução de tecidos conhecida como retalhos microcirúrgicos. O procedimento, que já era realizado no Hospital João XXIII desde 2019, começa agora a ser incorporado à rotina do HJK, ampliando as possibilidades de tratamento para pacientes com feridas complexas, traumas graves, sequelas de queimaduras e outras condições que exigem esse tipo de reparação.

HJK esteve destinado, nos últimos dois anos, aos casos relacionados à pandemia; melhora em índices permite reorganização

Os números positivos da vacinação em Minas Gerais e a melhoria dos índices epidemiológicos relativos à pandemia permitiram que, após dois anos dedicado ao enfrentamento de casos da covid-19, e depois de curto período de reorganização realizado entre março e abril de 2022, a Unidade de Emergência do Hospital Júlia Kubitschek (HJK) possa voltar a atender à população de maneira ampla.

Procedimento realizado na unidade contribui para a redução da fila de espera por transplante em Minas Gerais

O Hospital Júlia Kubitschek (HJK), que integra o Complexo de Especialidades da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), acaba de realizar a captação de três pares de córneas destinadas a transplantes. A iniciativa é resultado da intensificação das suas ações no processo de doação de tecidos oculares e da parceria com o Banco de Tecido Ocular do Hospital João XXIII e o MG Transplantes, com o objetivo de reduzir a fila de espera no estado. 

Publicação referenda um dos serviços mais qualificados da unidade, que atende a cerca de 12 mil casos por ano

O Ministério da Saúde publicou, no dia 12/9, a portaria nº 1.243, que habilita o Hospital Júlia Kubitschek (HJK), pertencente ao Complexo Hospitalar de Especialidades da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), ao atendimento aos casos de doenças raras. A publicação reconhece a importância desse serviço, já prestado na unidade, e estabelece incentivos financeiros de custeio previstos na Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras.

Publicação é reconhecimento do serviço prestado na unidade, que realiza mais de 5 mil atendimentos por ano

O Ministério da Saúde publicou, em 18/10, a portaria nº 4398, que inclui o Hospital Júlia Kubitschek (HJK) - pertencente ao Complexo Hospitalar de Especialidades da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) – como referência estadual na Linha de Cuidado de Doenças Respiratórias Graves. A publicação reconhece a importância do serviço, já oferecido na unidade, e estabelece um incentivo financeiro anual de quase R$ 10 milhões.