Ronan nasceu com pouco mais de 800 gramas e, depois de enfrentar várias complicações, deixou a Maternidade Odete Valadares com cerca de seis quilos

Nos primeiros minutos após o nascimento, o estado de saúde clínico dos recém-nascidos é avaliado na sala de parto em uma escala chamada Apgar. De 0 a 10, a pontuação leva em conta aspectos como a cor da pele, a frequência cardíaca, a respiração, o reflexo e a força muscular. No caso de Ronan, nascido prematuro com exatamente 867 gramas, esses sinais indicavam 1, ou seja, que o bebê necessitava de cuidados a mais para se adaptar fora do útero. Ronan recebeu alta da Maternidade Odete Valadares (MOV) depois de vários meses internado e, há poucos dias, foi para casa, no interior, saudável e forte. A MOV é referência neonatal da Fundação Hospital do Estado Minas Gerais (Fhemig) em Belo Horizonte.

Maternidade do Hospital Júlia Kubitschek é referência em gestação de alto risco e realiza, em média, mais de 1.600 partos por ano

Com quantos obrigados, lágrimas de felicidade e sorrisos se fazem um “Dia das Mães”? Para a auxiliar administrativa Queila Cristiane Sena, 36 anos, mãe do Felipe, prematuro extremo que nasceu com apenas 28 semanas, 867 gramas e 34 centímetros na maternidade do Hospital Júlia Kubitschek (HJK), da rede Fhemig, e permaneceu internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) neonatal do hospital por 128 dias, a resposta é imediata: “infinitos obrigados à equipe do hospital, infinitas lágrimas de felicidade e muitos sorrisos”.

Transferido do interior, recém-nascido passou por cirurgia com apenas três dias de vida e recebeu acompanhamento multiprofissional durante internação na unidade da Fhemig

Uma transferência urgente, equipes mobilizadas e esperança de uma família inteira. Os primeiros dias de vida do pequeno Bento foram marcados por uma corrida contra o tempo até a chegada à Maternidade Odete Valadares (MOV) da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig).

Com estoque 30% abaixo do ideal, Banco de Leite Humano da Maternidade Odete Valadares precisa de doações para suprir déficit

“Pedimos a todas as mamães que estão amamentando, e que tenham excedente de leite, que nos ajudem a salvar a vida dos bebês prematuros da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Neonatal da maternidade e de outros hospitais parceiros. Além disso, se você tem alguma amiga que também está amamentando, convide-a para nos ajudar”.

Os pequenos são os mais afetados nas estações com baixa umidade; pediatra dá dicas de prevenção

A chegada do outono e o início do período de tempo seco trazem uma conhecida preocupação: o aumento da incidência de doenças respiratórias, especialmente em crianças. Somente no Hospital Infantil João Paulo II (HIJPII), da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), os atendimentos a pacientes com doenças respiratórias, que costumam ser próximos de 500 em outras estações, registram entre 1.500 a 2 mil atendimentos ao mês no período de clima mais frio e seco, sendo a bronquiolite a principal causa de internação. Em março, até 20/3, já foram realizados 1.022 atendimentos com esse perfil.

A automatização do processo simplifica o serviço e cria a possibilidade de uma lista de doadoras, garantindo o alimento a bebês prematuros

A Prodemge entregou o troféu Selo de Inovação, pela automação do processo de doação de leite materno, à Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) e à Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), responsáveis pelo desenvolvimento da solução. O reconhecimento considerou o impacto que o projeto representa na vida dos mineiros. Com acesso pelo Portal MG e pelo aplicativo MG App, o cadastro on-line simplifica e amplia o serviço de doação de leite materno, fundamental para a saúde de recém-nascidos que dependem deste ato de solidariedade.

Especialista da Toxicologia do Hospital João XXIII faz alerta e ensina como proceder em caso de acidentes

Com a chegada do período de chuva e do calor intenso, é importante redobrar os cuidados para evitar acidentes com animais peçonhentos. Isso porque o verão representa um período de maior atividade das pessoas em áreas verdes por lazer. Além disso, no meio urbano, o aumento no volume de água durante as chuvas desaloja escorpiões que vivem em redes de esgoto, que acabam invadindo residências em busca de abrigo.


O CIAToxMG, do Hospital João XXIII, alerta que, em épocas mais quentes, aumentam em cerca de 20% o número de casos desses acidentes totalizando uma média de 3.800 por ano

Com as temperaturas mais elevadas, é importante estar atento aos animais peçonhentos, que saem dos seus esconderijos para reproduzir e procurar alimentos. A situação se agrava ainda mais com o alto volume de chuva na região sudeste nesta época do ano, fazendo com que os escorpiões sejam desalojados do esgoto, onde vivem, e migrem para o interior das casas. Somente no ano passado, o Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Minas Gerais (CIAToxMG), localizado no Hospital João XXIII (HJXXIII), da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), atendeu 1541 casos de acidentes com escorpiões, 579 de lagartas, 762 de aranhas, 656 de serpentes e 141 de abelhas. 

Abril já é conhecido por ser o mês da campanha nacional pela segurança do paciente desde 2013, quando foi lançado o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) pelo Ministério da Saúde. Mas em um momento em que o mundo vive a pandemia do coronavírus, o tema ganha ainda mais importância. A campanha tem como um dos seus objetivos sensibilizar os profissionais de saúde e os próprios pacientes sobre práticas seguras, e divulgar o papel dos serviços, profissionais e das universidades na promoção da segurança, e ganha novos contornos no âmbito da Fhemig, quando a luta momentânea é contra um vírus altamente transmissível e que a cuja doença causada (Covid-19) tem impactado nos sistemas de saúde ao redor do globo.

 Unidades da Fhemig que atendem às pessoas acometidas pela doença mostram a evolução do tratamento por meio dos seus serviços e equipes especializadas

Doença milenar, crônica e curável, mas ainda cercada de mitos, estigmas e preconceitos, a hanseníase tem em janeiro um mês dedicado à atenção para o tema e ao esclarecimento sobre sintomas, prevenção e tratamento. O objetivo da campanha “Janeiro Roxo” é ampliar o conhecimento da população sobre a doença, por meio de ações de conscientização, e reforçar a importância do diagnóstico precoce para evitar a ocorrência de sequelas graves, que geram incapacidades físicas.

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realizou nesta quarta-feira (20/11), o lançamento da Campanha Publicitária de Enfrentamento à Dengue. O objetivo é somar os esforços do poder público junto à mobilização da sociedade, a fim de interromper o ciclo evolutivo do Aedes aegypti, uma vez que mais de 80% dos focos do mosquito são encontrados nas residências. Como muitas pessoas ainda acreditam que os criadouros do mosquito estão apenas no seu entorno, a opção foi criar uma campanha utilizando uma personagem mais cômica, a da vizinha curiosa, que gosta de cuidar da vida dos outros, mas se esquece de checar os possíveis focos do Aedes dentro de sua própria casa.